Hoje fui deixar a minha Luz ao Colégio e senti-a radiante. Vê-la feliz, deixa-me calma e ajuda-me a ir gerindo os meus dias.
Foi-nos solicitado que levássemos os pequeninos vestidos com fatos de carnaval.
Ontem saí do trabalho, fui buscar a L e levei-a ao que chamamos o “País dos Brinquedos” (Toysarus), para que ela pudesse escolher o seu fatito de carnaval.
Trouxemos o vestido da Princesa. Ficou linda.
Lá ficou com os seus amiguinhos, cada um deles vestido de uma personagem, como se todos fizessem parte de uma história, num mundo de fantasia.
Às vezes, também sinto vontade de entrar neste mundo de fantasia, onde tudo é perfeito, onde os problemas não existem e onde todos são felizes…
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
A minha LUZ
A L é a minha bonequinha de 2 anos de idade.
Com o seu olhar doce e a determinação do seu carácter, faz-me sorrir, mesmo nos momentos mais tristes.
É ela que motiva os meus dias, é ela que me faz andar para a frente sem olhar para trás. É por ela que luto, é por ela que me obrigo a combater o sofrimento que me assola, pela perda da irmã.
Há imagens que gravamos na nossa mente. Depois da nossa separação forçada e inevitável, no dia em que voltei a abraçar a minha doce L, não consegui esconder a mistura de emoções que trazia comigo: a tristeza de não poder apresentar-lhe a irmã e a alegria de a voltar a abraçar (houve um momento da nossa separação, em que temi não voltar a ver a minha L). Nesse instante, as lágrimas caíram-me rosto abaixo, e a L, na sua mais profunda faceta de menina afectuosa, pegou no meu rosto e disse-me “mamã, não choia”. Aquele momento ficou esculpido na minha cabeça para sempre.
A minha L é assim, a minha flor de todas as estações, o perfume de todas as minhas manhãs, a razão do meu viver.
A L é a minha Luz!
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